sexta-feira, 3 de julho de 2015

Cachorrinho de madame

Raimundo Tamm. O menos Tamm possível.  O Tio emblema contou-me certa feita sobre as caçadas, com o esgar de boca característico dele. Mas o primordial foi quando contou da cachorrinha de uma senhora que freqüentava alhures. O tal Lulu correspondia ao assobio da dona e deu-se o foto de uma vez. Foi uma vez só: língua do cão. Ele dentro da dona, mariinha por alcunha.


(oswaldo martins) 

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