Oswaldo Martins. Poeta e professor de literatura. Autor dos livros desestudos, minimalhas do alheio, lucidez do oco, cosmologia do impreciso, língua nua com Elvira Vigna, lapa, manto, paixão e Antiodes, com Alexandre Faria. Editor da TextoTerritório
Mostrando postagens com marcador Leituras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leituras. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
sábado, 24 de outubro de 2020
terça-feira, 23 de junho de 2020
sábado, 28 de dezembro de 2019
Grupo de leituras para 2020
Livros e datas para as leituras do ano de 2020 – primeiro
semestre
Fevereiro
Datas
1 – Com o diabo no corpo – Radiguet – França (Novela) 04/02
e 11/02
2 – O Melro e outros escritos – Roberto Musil – Áustria (Contos)
18/02 e 03/03
Março
3 – Tonio Kroeger Thomas Mann – Alemanha (novela) 10/03 e 17/03
4 – As nuvens – Juan Jose Saer – Argentina (romance) 24/03 e
31/03
Abril
5 – Sapé – Josoaldo Lima Rêgo – Brasil (poesia) 07/04 e
14/04
6 – Intimidade – Hanif Kureishi – anglo-paquistanês (romance)
28/04 e 05/05
Maio
7 – Um grão de trigo – Ngugi wa Thiong'o – Quênia (romance)
12/05 e 19/05
8 – EREC Y ENIDE -Manuel Vázquez Montalbán Espanha (romance)
26/05 e 02/06
Junho
9 – O fantasista – Hernan Rivera Lentelier – Chile (romance)
09/06 e 16/06
10 – Alguma Coisa Negro - Jacques Roubaud – França (poesia) 23/06
e 30/06
Interessados entrem em contato pelo zap (21) 981438622
Oswaldo Martins
terça-feira, 12 de novembro de 2019
terça-feira, 13 de agosto de 2019
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Leitura de agosto
Leitura Agosto
A Borra do café
Em A borra do café, Mario
Benedetti mescla memória e invenção e resgata as lembranças de sua infância em
Montevidéu para construir uma narrativa lírica, profunda, sobre as surpresas e
as dificuldades do amadurecimento. Com seu peculiar lirismo e habilidade
narrativa, o autor relata pequenos acontecimentos de uma vida distante, fazendo
com que o leitor reconheça a si mesmo.
Na figura do jovem Claudio, o
consagrado escritor uruguaio, autor de A trégua, reinventa muitas passagens
marcantes de sua própria vida: as brincadeiras de rua com os amigos, as
constantes mudanças de bairro com a família, a trágica morte da mãe e a
descoberta do amor e do sexo.
Em seu texto de apresentação do
livro, a escritora Martha Medeiros destaca que toda história de infância corre
o risco de parecer piegas. Mas que, no caso Benedetti, a narrativa escapa desta
sina, graças ao talento do escritor. Ressalta ainda que, com mais de 80 livros
publicados, a poesia comum a seus livros jamais o deixou na mão, mesmo quando
não era um poema o que escrevia. “Fosse um manifesto político ou uma história
contemporânea, sua emoção permaneceu desinfetada de lugares-comuns”, descreve.
“E não foi diferente quando
escreveu A borra do café, que conta a história de um garoto de Montevidéu que
se apaixonou primeiro pela professora e depois por uma menina que ele não sabia
se existia ou se era fruto da sua imaginação. Um dia, descobriu o cadáver de um
mendigo, confrontando-se com a morte pela primeira vez, e logo perdeu a mãe,
aos 12 anos, tendo com a morte uma intimidade ainda mais indesejável. De
primeiras, segundas, terceiras vezes se faz essa ficção com jeito de biografia.
Benedetti nos conduz com humor e lirismo às suas aventuras e desventuras,
tenham sido elas vividas ou inventadas”, aponta a escritora em seu texto de
orelha.
Segundo o Jornal público o
romance de Banedetti:
A prosa sóbria de Benedetti, tão
característica do seu estilo, narra uma história realista (mas pontuada em
vários episódios decisivos pela menção a uma hora “mágica”: as três e dez da
tarde; o elemento de conexão entre o tempo e as circunstâncias) que no último
capítulo se transforma em onírica e com elementos que por momentos poderão
evocar o “realismo mágico” ou o fantástico: Claudio viaja de Montevideu para
Quito, no Equador, para participar numa reunião profissional, numa companhia
aérea que ninguém conhece, a Aleph Airlines, e já durante o voo o comandante
anuncia que se dirige para Mictlán. Ora, a referência ao Aleph remete de
imediato para o livro homónimo de Borges – em que as histórias têm como tema o
sentido e o significado do tempo, o enigma do Universo e a compreensão da
eternidade, a transcendência da palavra – e Mitclán é o nome do reino dos
mortos nas culturas pré-colombianas. Mario Benedetti sublinha assim as relações
entre a vida e a morte na reconstituição da vida de Claudio.
A bela senhora
Seidenman
No cotidiano abalado pela
ocupação alemã da Polônia, Szczypiorski busca o retrato da humanidade no século
XX. O gueto judeu de Varsóvia resiste, com seus personagens marcantes, como o
rebelde Pawełek Krynski, alter-ego do autor, produto do país onde convivem
poloneses, judeus, alemães e outros; e o velho ferroviário socialista Filipek,
que se engaja numa aliança peculiar com o alemão Müller — e toda uma rede de
vizinhança — para salvar dos porões da Gestapo a bela senhora Seidenman que
enfrenta, determinada e desafiadora, seu verdugo nazista.
Sobre o romance escrevei Moacyr
Scliar:
Paixão
Estamos diante de um romance de
ideias, mas escrito com uma paixão avassaladora, que envolve por completo o
leitor. O cenário é a Varsóvia ocupada pelos nazistas, no tenso período em que
os judeus estavam sendo enviados para o extermínio.
A senhora Seidenman, uma judia
que, ajudada por amigos poloneses, consegue convencer com sucesso o comandante
nazista de que é polonesa, na verdade nem é a figura principal (diferente das
edições em francês, inglês e português, em polonês a obra intitula-se
"Poczatek", o começo).
Junto dela temos uma galeria de
personagens, todos envolvidos, direta ou indiretamente, na perseguição aos
judeus: a irmã Verônica, que salva crianças judias convertendo-as ao
catolicismo; o jovem rebelde Pawel, um alter-ego do autor; o alemão Mueller,
que ajuda a senhora Seidenman, enganando o comandante nazista Stukler; o
assaltante Wiktor Suchowiak, que salva a menina judia Joasia. É verdade que há
também tipos abomináveis, como Bronek Blutman, que sobrevive denunciando outros
judeus.
Aliás, se algum reparo pode ser
feito ao romance, é exatamente este: fica visível a ânsia do autor pela
equanimidade, o que se manifesta na seleção de personagens - em cada grupo
existem os "maus" e os "bons". Mas predominam estes
últimos, a demonstrar que, mesmo nas piores circunstâncias, podemos encontrar
gente decente e idealista.
É, convenhamos, uma mensagem que
não ouvíamos desde os tempos da literatura engajada. Mas é uma mensagem
resultante de coerência pessoal do autor: "Uma Missa para a Cidade de
Arras" (1971), que abordava a perseguição a judeus e heréticos no século
15, já se constituía em resposta à campanha antissemita então em curso em seu
país.
Andrzej Szczypiorski deu uma
importante colaboração para melhorar as relações entre poloneses, alemães e
judeus, o que lhe valeu o Prêmio de Literatura Europeia (Áustria) e o Prêmio
Nelly Sachs, este com o nome da grande poeta judia.
Em homenagem póstuma, em 2002, o
então ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Joschka Fischer, ressaltou a
coragem do escritor frente aos desafios totalitários do século 20. Coragem da
qual este livro dá admirável testemunho.
05/08 – A borra do café – Mário Benedetti
12/08 – A borra do café – Mário Benedetti
19/08 – A bela senhora Seidenman - Andrzej Szczypiorski
26/08 – A bela senhora Seidenman – Andrzej Szczypiorski
Local: Rua Pires de Almeida 76/201- Laranjeiras
Duração dos encontros 1:30 h.
Horário: das 20:00 às 21:30 h.
Custo: 400,00 reais os quatro encontros
Mediador de leitura: Oswaldo Martins
Inscrições pelo tel (21)981438622
Oswaldo Martins, nascido em
Barbacena – MG, em 1960, reside no Rio de Janeiro desde 1979. Fez graduação em
Letras (Português-Literatura), pela PUC-RJ o mestrado (Literatura Brasileira),
pela UERJ. Autor dos livros desestudos (2000 -
7 Letras / 2015 TextoTerritório); minimalhas do alheio (2002 – 7 Letras
/ 2015 – TextoTerritório); lucidez do
oco (2004 – 7 Letras / 2015 – TextoTerritório) cosmologia do impreciso (2008 –
7 Letras); língua nua (com ilustrações de Elvira Vigna 2011 – 7 Letras); lapa
(2014 – TextoTerritório); manto (2015 – TextoTerritório); paixão (sobre imagens
de Roberto Vieira da Cruz, 2018 – TextoTerritório)
Fez os roteiros dos filmes
Urânia, poema de Alexandre Faria (com Felipe David Rodigues – 2009); Venta-não,
(com Felipe David Rodrigues e Alexandre Faria – 2013). É editor da
TextoTerritório.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Leituras

Confira no blog da Editora TextoTerritório as leituras de poemas da grande poeta portuguesa.
TextoTerritório
Sophia de Mello Breyner Andresen
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Leitura de romances 3
O objetivo dos encontros busca colocar em circulação
ideias e discussões sobre romances seminais da Literatura Universal. Serão
quatro encontros mensais. Com duas aulas dedicadas ao estudo do autor, da
época, do significado literário e filosófico em que se insere o livro e dois
romances lidos.
Programação
Livro 1 – Desonra – J. M. Coetzee
Encontro 1 – dia 30/10 – Apresentação do autor e
primeiras questões
Encontro 2 – dia 06/11 – Análise e debate sobre o
livro
Livro 2 – No seu pescoço – Chimamanda Ngozi Adichie
Encontro 3 – dia 13/11 – Apresentação do autor e
primeiras questões
Encontro 4 – dia 27/11 – análise e debate sobre o
livro
Local: Rua Pires de Almeida 76/201- Laranjeiras
Duração dos encontros 1:30 h.
Horário: das 20:00 às 21:30 h.
Custo: 400,00 reais os quatro encontros
Mediador de leitura: Oswaldo Martins
Contato pelo tel (021) 981439622
Oswaldo Martins, nascido em Barbacena – MG, em 1960,
reside no Rio de Janeiro desde 1979. Fez graduação em Letras
(Português-Literatura), pela PUC-RJ o mestrado (Literatura Brasileira), pela
UERJ. Autor dos livros desestudos (2000
- 7 Letras / 2015 TextoTerritório); minimalhas do alheio (2002 – 7 Letras /
2015 – TextoTerritório); lucidez do oco (2004 – 7 Letras / 2015
– TextoTerritório) cosmologia do
impreciso (2008 – 7 Letras); língua
nua (com ilustrações de Elvira Vigna 2011 – 7 Letras); lapa (2014 – TextoTerritório); manto
(2015 – TextoTerritório). Tem no prelo o livro paixão (sobre imagens de Roberto Vieira da Cruz), a sair no ano de
2018.
Fez os roteiros dos filmes Urânia, poema de Alexandre Faria (com Felipe David Rodigues –
2009); Venta-não, (com Felipe David
Rodrigues e Alexandre Faria – 2013). É editor da TextoTerritório.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Leitura de romances 2
O objetivo dos encontros busca
colocar em circulação ideias e discussões sobre romances seminais da Literatura
Universal. Serão quatro encontros mensais. Com duas aulas dedicadas ao estudo
do autor, da época, do significado literário e filosófico em que se insere o
livro e dois romances lidos.
Programação
Livro 1 – Pedro Páramo – Juan Rulfo
Encontro 1 – dia 02/10 –
Apresentação sobre Juan Rulfo
Encontro 2 – dia 19/10 – Debate
sobre o livro
Livro 2 – Em louvor da sombra – Jun’Ichiro
Tanizaki
Encontro 3 – dia 16/10 –
Apresentação sobre Jun’Ichiro Tanizaki
Encontro 4 – dia 23/10 – Debate
sobre o livro
Local: Rua Pires de Almeida
76/201- Laranjeiras
Duração dos encontros 1:30 h.
Horário: das 20:00 às 21:30 h.
Custo: 400,00 reais os quatro
encontros
Mediador de leitura: Oswaldo
Martins
Contato pelo tel (021) 981439622
Oswaldo Martins, nascido em
Barbacena – MG, em 1960, reside no Rio de Janeiro desde 1979. Fez graduação em
Letras (Português-Literatura), pela PUC-RJ o mestrado (Literatura Brasileira),
pela UERJ. Autor dos livros desestudos (2000
- 7 Letras / 2015 TextoTerritório); minimalhas do alheio (2002 – 7 Letras /
2015 – TextoTerritório); lucidez do oco (2004 – 7 Letras / 2015
– TextoTerritório) cosmologia do
impreciso (2008 – 7 Letras); língua
nua (com ilustrações de Elvira Vigna 2011 – 7 Letras); lapa (2014 – TextoTerritório); manto
(2015 – TextoTerritório). Tem no prelo o livro paixão (sobre imagens de Roberto Vieira da Cruz), a sair no ano de
2018.
Fez os roteiros dos filmes Urânia, poema de Alexandre Faria (com
Felipe David Rodigues – 2009); Venta-não,
(com Felipe David Rodrigues e Alexandre Faria – 2013). É editor da
TextoTerritório.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Os dez melhores lidos por mim ao longo de 2012
1 – O que deu para fazer em matéria de história de amor – Elvira Vigna – Cia das Letras
2 – O mestre de Gô – Yasunari Kawabata – Estação Liberdade
3 – Galileia – Ronaldo Correia de Brito – Alfaguara
4 – Rapace – André Capilé – TextoTerritório
5 – Matisse – Imaginação/erotismo/Visão Decorativa – Org.
Sônia Salzstein – COSAKNAIF
6 – Adelino Magalhães – Obra Completa – Aguilar Editora
7 – A Ferida de narciso – Evaldo Cabral de Melo – Editora Senac
8 – A ficção e o Poema – Luiz Costa Lima – Cia das Letras
9 – Elias Canetti – Vozes de Marrakesh – COSACNAIF
10 – O senhor Brecht – Gonçalo M. Tavares – Casa da Palavra
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Os dez melhores livros de 2011
1 – Olho empírico – Dora Ribeiro
2 – Junco – Nuno Ramos
3 – 2666 – Roberto Bolaño
4 – Inferno – Strindberg
5 – O Terceiro Reich – Roberto Bolaño
6 – Enfermaria nº 6 -
Anton Tchekhov
7 – Ó – Nuno Ramos
8 – Imaginação, Erotismo, Visão Decorativa – Matisse
9 – Cuentos memorables – Borges
10 – Nos penhascos de Mármore – Ernst Jünger
terça-feira, 26 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Os cinco melhores livros que reli em 2010
1 – Juventude – Joseph Conrad.
2 – Octaedro – Julio Cortazar.
3 – Poesia completa de João Cabral de Melo Neto.
4 – Poemas – Georg Trakl
5 – Baladas – François Villon
Os dez melhores livros que li em 2010
1 – Estrela Distante – Roberto Bolaño.
2 – Nada a Dizer – Elvira Vigna.
3 – Sonata a Kreutzer – Lev Tolstoi.
4 – Libertação – Sandor Marai.
5 – Anônimos – Silviano Santiago.
6 – O Amuleto – Roberto Bolaño.
7 – Patrimônio: 80 anos em São Paulo – Carlos A. C. Lemos Victor Hugo
Organização: Marise Campos de Souza e Rossano Lopes Matos
8 – A Felicidade Conjugal – Lev Tolstoi.
9 – O bom soldado – Ford Madox Ford
10 – O enteado – Jose Juan Sauer
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Leituras
Os dez melhores livros que li em 2009:
1 – Teoria do jardim – Dora Ribeiro
2 – A um passo – Elvira Vigna
3 – Sobre a morte – Elias Canetti
4 – Com o Diabo no corpo – Radiguet
5 – A pista de gelo – Roberto Bolaño
6 – Reflexões sobre ética e poesia – Kavafis
7 – O controle do imaginário e a afirmação do romance – Luiz Costa Lima
8 – Eu, um outro – Inre Kertész
9 – Os da minha rua – Ondjaki
10 – Obra completa – Oliverio Girondo
Os cinco (melhores) que reli:
1 – São Bernardo – Graciliano Ramos
2 – Dispersa, demanda – Luiz Costa Lima
3 – O elixir do Pajé – Bernardo Guimarães
4– As metamorfoses – Murilo Mendes
5 – Era Medieval Portuguesa – Segismundo Spina
1 – Teoria do jardim – Dora Ribeiro
2 – A um passo – Elvira Vigna
3 – Sobre a morte – Elias Canetti
4 – Com o Diabo no corpo – Radiguet
5 – A pista de gelo – Roberto Bolaño
6 – Reflexões sobre ética e poesia – Kavafis
7 – O controle do imaginário e a afirmação do romance – Luiz Costa Lima
8 – Eu, um outro – Inre Kertész
9 – Os da minha rua – Ondjaki
10 – Obra completa – Oliverio Girondo
Os cinco (melhores) que reli:
1 – São Bernardo – Graciliano Ramos
2 – Dispersa, demanda – Luiz Costa Lima
3 – O elixir do Pajé – Bernardo Guimarães
4– As metamorfoses – Murilo Mendes
5 – Era Medieval Portuguesa – Segismundo Spina
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Recomendando leitura 17
1 - A vida secreta do Senhor de Musashi / Kuzu – Junichro Tanizaki. Cia das Letras. 2009
2 – A um passo – Elvira Vigna – Lamparina. 2004.
3 – Caim – José Saramago – Cia das Letras. 2009.
4 – O Clic – Milo Manara – Martins Fontes 1988.
5 – A Idade do Serrote – Murilo Mendes – Record – 2003
2 – A um passo – Elvira Vigna – Lamparina. 2004.
3 – Caim – José Saramago – Cia das Letras. 2009.
4 – O Clic – Milo Manara – Martins Fontes 1988.
5 – A Idade do Serrote – Murilo Mendes – Record – 2003
domingo, 18 de outubro de 2009
Recomendando colunas de jornal do dia 18/10/2009
1 – Jorge Coli – Folha de São Paulo.
2 – Gilberto Dimenstein – Folha de São Paulo.
3 – Zuenir Ventura – O Globo
4 – Tostão – Folha de São Paulo
2 – Gilberto Dimenstein – Folha de São Paulo.
3 – Zuenir Ventura – O Globo
4 – Tostão – Folha de São Paulo
Assinar:
Postagens (Atom)



